Não gostava de ter raízes em um único lugar, queria ser livre. Ir para onde o vento a levasse, sentindo a brise fria do anoitecer batendo em seu rosto fino e bagunçando seus longos cabelos ondulados.
Um dia se vestia toda de preto, colocava sua metaleira, aumentava o volume do som do carro e saia gritando pela rua. E no outro se vestia toda romântica, colocava uma tiara e sapatilha e ia sorrindo para todos na rua.
Era como se interpretasse vários papéis, ela podia ser quem ela quisesse: a piriguete, a vilã, a mocinha, a estrangeira, a maluca, a sonhadora, a rebelde,todos os tipos estavam dentro de si.
Adorava o desconhecido, o misterioso. Conhecer alguém era sempre um felicidade para ela, você não sabe nada sobre a pessoa, vai a conhecendo aos poucos, mas também quando a conhecia muito bem, enjoava.
A cada dia você a via de um jeito diferente. Ela não tinha medo de ousar, queria ser do seu jeito sem se importar com o que os outros pensariam.
Tinha um sonho se jogar no mundo, sair viajando. Não possuía medos, vivia a vida intensamente, como se soubesse que amanhã não estaria mais aqui.
Era muito bom estar ao seu lado, ouvir suas histórias, ela parecia uma criança enquanto contava a realização de um sonho ou então uma loucura que havia feito em um lugar muito distante. Ela vivia em dois mundos: este e o seu próprio mundo.
O que mais eu admirava nela é que estava sempre feliz, ela podia ter todos os problemas do mundo, mas o seu sorriso estava sempre lá ,e quando perguntei por que nada conseguia a abalar, ela falou para mim que as dificuldades que a deixariam forte, então era melhor sorrir enquanto elas aconteciam, pois um dia ela sabia que iam passar e ia deixar de viver por uma bobeira que depois só ia ser uma vaga lembrança, não mesmo. Tive que sorrir depois dessa resposta, mesmo sendo bem mais velha do que ela, eu ainda tinha muito a aprender com aquela pequena jovem.
A cada dia você a via de um jeito diferente. Ela não tinha medo de ousar, queria ser do seu jeito sem se importar com o que os outros pensariam.
Tinha um sonho se jogar no mundo, sair viajando. Não possuía medos, vivia a vida intensamente, como se soubesse que amanhã não estaria mais aqui.
Era muito bom estar ao seu lado, ouvir suas histórias, ela parecia uma criança enquanto contava a realização de um sonho ou então uma loucura que havia feito em um lugar muito distante. Ela vivia em dois mundos: este e o seu próprio mundo.
O que mais eu admirava nela é que estava sempre feliz, ela podia ter todos os problemas do mundo, mas o seu sorriso estava sempre lá ,e quando perguntei por que nada conseguia a abalar, ela falou para mim que as dificuldades que a deixariam forte, então era melhor sorrir enquanto elas aconteciam, pois um dia ela sabia que iam passar e ia deixar de viver por uma bobeira que depois só ia ser uma vaga lembrança, não mesmo. Tive que sorrir depois dessa resposta, mesmo sendo bem mais velha do que ela, eu ainda tinha muito a aprender com aquela pequena jovem.

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