quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Happy With Yourself

 Estava no provador de uma loja, enquanto descartava mais e mais vestidos tentando entender se as magrinhas que roubam todos os P's das lojas ou se eles fabricam um P para cada cinco G's quando ouvi duas amigas conversando. Elas estavam experimentando biquines e vestidos pelo o que eu entendi e ouvi uma delas falando: "Chega a ser hilário, você reclama por ter demais e eu por ter de menos" e a outra respondeu: "É para você ver o que eu passo". Na hora só ri e continuei provando meus vestidos. Mas essa situação me fez pensar muito, é incrível como nunca estamos satisfeitos. Eu sou magrela desde que me entendo por gente, na verdade, até antes disso e muito se engana quem acha que ser magra é fácil, que tudo fica bom. Não, não fica, quantas vezes as roupas não dão, certo vestido te deixa reta, a calça que você tanto gostou no menor numero que tenha fica larga e muitas das vezes parece que você não tem corpo nenhum. Não posso só reclamar, sei que ser magra tem suas vantagens, eu particularmente posso comer de tudo que não tenho que me preocupar com a balança e nem com as famosas celulites. Cada tipo de corpo tem seus pós e contras, estou falando do meu caso que é o que eu vivo e sei bem como é, mas quantas meninas são meio cheinhas e tem tudo a oferecer que o homem gosta, a famosa frase: "não sou gorda sou gostosa" na minha opinião não é uma frase de conformismo, é auto aceitação. A verdade é, nunca vai existir o corpo perfeito, há quem diga que as modelos são muito magras e que as panicats muito malhadas. Nunca vai haver uma igualdade de opinião, ainda bem, porque se nessas diversidades já tentamos nos encaixar em padrões quem dirá se houvesse um modelo fixo a ser seguido. A questão disso tudo é ser feliz consigo mesmo, seja você alta, magra, gorda, peituda.. Se você gosta daquilo que vê no espelho e está saudável, é isso que importa.

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